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Audicon destaca obra lançada pelo Conselheiro Substituto Alexandre Sarquis, filiado à entidade, sobre a autonomia do Processo Financeiro no Brasil

A obra A Autonomia do Processo Financeiro, de Alexandre Manir Figueiredo Sarquis, Conselheiro Substituto do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo e filiado à Audicon, apresenta relevante contribuição ao debate sobre o controle externo no Brasil ao sustentar a existência de um Processo Financeiro autônomo, distinto dos processos administrativo, civil e tributário. A publicação reforça o protagonismo técnico da entidade na produção de conhecimento voltado ao aperfeiçoamento das instituições de controle. A partir da Constituição Financeira, da Lei de Responsabilidade Fiscal e da prática institucional dos Tribunais de Contas, o estudo reconstrói o desenvolvimento do controle das finanças públicas no país, identificando seus elementos estruturantes, como o objeto próprio, centrado nas relações jurídico-financeiras, a definição de sujeitos processuais institucionalizados, a existência de formas procedimentais típicas e a consolidação de princípios específicos, a exemplo da brevidade, da estabilização condicionada e da primazia da decisão reparativa. Ao dialogar com a evolução da atuação das Cortes de Contas, a obra contribui para o fortalecimento teórico do controle externo, oferecendo subsídios para o aperfeiçoamento do contencioso de contas, das sanções financeiras e dos litígios envolvendo receitas e despesas públicas. O estudo também se apresenta como referência para a construção de uma futura Lei de Processo Financeiro, reforçando a necessidade de desenvolvimento de marcos jurídicos próprios compatíveis com a complexidade e a especialização das funções exercidas pelos Tribunais de Contas no Estado brasileiro.

CONTROLE EXTERNO, COOPERAÇÃO INTERNACIONAL E RESILIÊNCIA CLIMÁTICA MARCAM O ENCERRAMENTO DO CONGRESSO INTERNACIONAL REDE DE CONTROLE E PÓS-COP30

O terceiro e último dia do Congresso Internacional Rede de Controle e Pós-COP30, realizado em 17 de abril de 2026, foi marcado por debates estratégicos sobre o papel do controle externo no enfrentamento das mudanças climáticas, com enfoque em cooperação internacional, adaptação, resiliência e governança orientada por resultados. Pela manhã, o Painel 5 intitulado “Controle externo e clima no mundo: mandatos, abordagens e resultados” reuniu representantes de instituições nacionais e internacionais, evidenciando a dimensão global da agenda climática. A mesa foi presidida pela Conselheira Substituta Rozangela Motiska Bertolo (TCE-RS), com moderação de Anderson Kilpp (Auditor do TCE-RS e integrante da Comissão de Sustentabilidade do TCE-RS). Participaram, ainda, o Procurador Rodrigo Medeiros de Lima (MPC-TCU) e Patrícia Siqueira (ONU-OIM, escritório do RS), que compartilharam experiências institucionais, modelos de atuação e resultados alcançados no controle de políticas públicas climáticas, com destaque para a importância da cooperação entre organismos de controle em nível internacional. No período da tarde, o Painel 6 intitulado “Adaptação e resiliência: prioridade para riscos, proteção social, respostas a desastres” aprofundou o debate sobre a necessidade de fortalecimento das políticas públicas voltadas à mitigação de riscos e à proteção das populações vulneráveis. A mesa foi presidida pelo Conselheiro Cezar Miola (TCE-RS), com moderação do Conselheiro-Substituto Itacir Todero (TCE-CE). Participaram, ainda, Sabrina Nunes Iocken (TCE-SC), Flavia Burmeister Martins (TCE-RS), Claudinei Moisés Baldissera (Emater-RS/ASCAR), Adriane Nunes Ferreira (ONU-OIM), Lincoln Alves (Ministério do Meio Ambiente) e Ana Maria Hermes (Defesa Civil do RS). Os debates enfatizaram a necessidade de políticas públicas baseadas em evidências, planejamento preventivo e integração entre diferentes setores e níveis de governo. Encerrando a programação, a Conferência Magna abordou o tema “Agenda pós-COP30: cooperação, prioridades e compromissos do controle externo”, tendo como painelista o Professor Dr. Juarez Freitas. A mesa foi presidida pela Conselheira Substituta Milene Dias da Cunha (TCE-PA), Presidente da Audicon. Em sua intervenção de abertura, a presidente destacou o papel do controle externo na indução de uma administração pública orientada pela sustentabilidade, pela avaliação de resultados e pela observância de padrões elevados de juridicidade das decisões administrativas, especialmente no contexto das políticas públicas climáticas. A conferência de encerramento reforçou a necessidade de atuação articulada entre instituições de controle, gestores públicos e organismos internacionais, com vistas à consolidação de uma governança comprometida com a efetividade dos direitos fundamentais e com a promoção do desenvolvimento sustentável em perspectiva intergeracional. Ao final, foi realizada a leitura da Carta do Congresso Internacional Rede de Controle e Pós-COP30.

Debates estratégicos sobre governança e clima marcam o segundo dia do Congresso Internacional Rede de Controle e Pós-COP30

O segundo dia do Congresso Internacional Rede de Controle e Pós-COP30, realizado em 16 de abril, reuniu especialistas nacionais e internacionais para debater os desafios da agenda climática no cenário pós-COP30. A programação destacou temas como governança, financiamento climático e o uso de informações para a tomada de decisão pública. Pela manhã, o painel “Do compromisso à implementação” foi presidido pelo Conselheiro Estilac Xavier (TCE-RS), com mediação de Andrea Mallmann Couto. Participaram Carlos Dora, Angela Cassia Costaldello, Roberto Rocha Coelho Pires, Martin Dietrich Brauch e Denise Dourado Dora, que discutiram caminhos para transformar compromissos climáticos em ações concretas, com foco na articulação federativa e no fortalecimento institucional. À tarde, o painel sobre “Tributação, financiamento climático e integridade” contou com Élida Graziane Pinto, Luiz Henrique Lima e Ruy Marcelo Alencar de Mendonça. A mesa foi presidida pelo Auditor de Controle Externo Matheus Kuskoski, com moderação do Conselheiro Carlos Ranna, trazendo reflexões sobre transparência, rastreabilidade e efetividade dos recursos destinados à agenda climática. Encerrando a programação, o painel sobre informação climática reuniu Débora Maria Carvalho, Erick Giovani Sperandio Nascimento e Carlos Lustosa. A mesa foi presidida pelo Procurador de Contas Ângelo Borghetti, com moderação da Procuradora de Contas Camila Parente Almeida, destacando o papel dos dados, da tecnologia e da comunicação de riscos para decisões públicas mais eficazes.

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